Classe Executiva com desconto: 10 rotas para usar pontos da Virgin
Muitos viajantes ignoram o programa de fidelidade da Virgin Atlantic, o Flying Club, mas ele pode ser uma mina de ouro para quem quer voar na cabine executiva sem desembolsar um...
Resumo rapido
- O programa Flying Club da Virgin Atlantic oferece ótimas oportunidades para resgatar voos em Classe Executiva.
- Listamos 10 rotas com excelente custo-benefício, variando de 15.500 a 61.000 pontos.
- Há opções com taxas baixas, especialmente em trechos operados pela LATAM.
- O programa usa preços fixos para parceiros SkyTeam (exceto Air France-KLM e Delta).
- Brasileiros podem acumular pontos voando com a LATAM ou comprando pontos diretamente.
Muitos viajantes ignoram o programa de fidelidade da Virgin Atlantic, o Flying Club, mas ele pode ser uma mina de ouro para quem quer voar na cabine executiva sem desembolsar uma fortuna. Embora não tenha parcerias diretas com bancos brasileiros para transferência de pontos, o programa permite resgatar voos em diversas companhias parceiras da aliança SkyTeam e bilaterais, incluindo a LATAM, com tabelas de preços que podem ser bastante vantajosas comparadas a outros programas.
Detalhes da oferta
A lista compilada destaca exemplos concretos de como extrair alto valor dos pontos. Um dos destaques é o trecho entre Pequim e Seul operado pela Korean Air, cobrando apenas 15.500 pontos e uma taxa modesta em yuan chinês. Para rotas internacionais longas, a LATAM aparece com ofertas interessantes: o voo de São Paulo para Lima custa 50.000 pontos com taxas de apenas US$ 28, e de Lima para Atlanta também sai por 50.000 pontos (taxa de US$ 86).
Outras opções incluem rotas na Ásia e Europa, como Bali para Sydney (Garuda Indonesia) por 40.000 pontos, ou Paris para Mumbai (Air France) por 61.000 pontos. Vale notar que para voos da própria Virgin Atlantic, como a rota Atlanta para Manchester (32.000 pontos), o sistema é dinâmico, mas possui uma tarifa "Saver" com teto máximo, o que evita cobranças abusivas em momentos de alta demanda.
Regras e requisitos
É fundamental entender que o programa tem regras distintas dependendo da companhia escolhida. Para parceiros da SkyTeam (com exceção de Air France-KLM e Delta), a precificação é fixa por distância. Já para a Air France, KLM e Delta, existem tabelas específicas e diferentes regras de cálculo. Nos voos da própria Virgin, a disponibilidade da tarifa "Saver" varia conforme a data e a demanda, além de existirem períodos de alta e baixa temporada que influenciam no teto de pontos.
Lembre-se de que, por se tratar de um levantamento educacional, os valores citados são exemplos baseados em datas específicas de disponibilidade. Não há garantia de que esses mesmos valores estarão abertos no momento da sua busca.
Como aproveitar
Como não há transferência direta de cartões de crédito brasileiros, a estratégia principal para quem já tem um saldo é focar nas rotas listadas que apresentam o melhor custo-benefício. Se você precisa acumular pontos, a via mais direta é a compra de pontos no programa ou a aquisição através de voos com a LATAM, que credita milhas para o Flying Club. Outra alternativa é transferir pontos de programas de fidelidade de redes hoteleiras parceiras.
Para aproveitar, verifique a disponibilidade nas rotas de menor custo por pontos, especialmente as operadas por Korean Air e LATAM, que mostraram os valores mais acessíveis na lista. Utilize o buscador do Flying Club focando nos trechos específicos mencionados para tentar encontrar as tarifas semelhantes.
Vale a pena?
Sim, para quem busca voar em Executiva gastando menos pontos do que seria necessário em outros programas como o Smiles ou Latam Pass para rotas similares. A oferta é particularmente atraente para quem já tem pontos acumulados ou está disposto a comprar pontos durante uma promoção para usá-los nessas rotas específicas. O valor de 15.500 pontos para um voo executativo na Korean Air (Pequim-Seul) é excepcionalmente baixo e demonstra o potencial "golpe" do programa.
O ponto negativo é a dificuldade de acumulação para o brasileiro médio, já que não podemos transferir pontos de bancos locais. No entanto, para o viajante internacional ou quem voa com frequência pela LATAM, manter um saldo no Flying Club pode ser uma excelente estratégia de diversificação para aproveitar essas tarifas fixas e, muitas vezes, mais baratas que as das alianças das próprias companhias.
Fonte original: https://passageirodeprimeira.com/as-10-melhores-emissoes-em-classe-executiva-no-flying-club/
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